Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A Família e a Escola no crescimento da Criança

Os pais são os primeiros e os mais influentes professores que uma criança pode ter quer devido aos ensinamentos que estes lhe dão, quer à vivência diária com eles.
Nos primeiros anos de vida a criança está submetida ao envolvimento afectivo que os pais lhe proporcionam e são estes os primeiros a educarem a criança, ensinando-lhe a linguagem, os símbolos, os diversos significados e os valores familiares e culturais. Os pais, como modelos, têm um papel muito importante no desenvolvimento da vida dos seus filhos, tanto em casa como na escola. A escola é apenas uma forma de educação que engloba vários níveis da vida da criança e que para além de ensinar diversas matérias de conhecimento, a que nós chamamos de estudo, contribui também para que a criança cresça como cidadão e como aluno.
O diálogo sobre a cultura, a educação e a cidadania proporciona às crianças uma evolução ao nível humano, este processo só se completa quando se realiza em casa e na escola. E por este motivo deve haver uma cumplicidade entre pais e professores para a boa educação da criança.
A família é especialmente importante na colaboração com a escola em todos os eventos e assuntos ligados ao desenvolvimento do aluno. As escolas que têm mais êxito, são aquelas em que pais, professores, conselho directivo e todo o pessoal ligado ao aluno têm numa grande colaboração entre si e voltada para a educação baseada no ensino da cultura e da vida da sociedade e na adaptação às constantes mudanças no modo de vida da comunidade onde a escola se insere.
Todos os pais e famílias que se preocupam com a educação das crianças
devem fomentar esta colaboração importante com a escola; comparecer na escola sempre que solicitado, participar e cooperar em actividades extracurriculares e sempre que possível procurar, junto dos professores e da escola, saber como correm as actividades escolares. Estes são alguns dos aspectos onde os pais mais podem interagir com a escola.

Branca Moinhos
1B – CLC1

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ADOLESCÊNCIA - COMPORTAMENTO DE RISCO

Os comportamentos de risco estão a aumentar, principalmente entre os jovens. As campanhas de prevenção não travam o abuso do álcool, o uso de drogas sintéticas e alucinogénias, as relações sexuais desprotegidas, a condução perigosa e os comportamentos para-suicidas. Deixamos de estar preparados para a frustração e aceitar a perda. Os jovens sentem necessidade de reconhecer os seus limites: arriscar faz parte da sua busca de identidade, como se a passagem para a idade adulta implicasse correr riscos.

Este fenómeno não passa ao largo da nossa pacata cidade e na região do vale do Ave todos sentimos que estes comportamentos afectam, cada vez, mais os nossos jovens

Hoje, as campanhas de prevenção vão ao encontro dos jovens. As escolas de Vizela são apoiadas por equipas especializadas que direccionam palestras para os jovens, sobre os diversos temas que preocupam a sociedade e por vezes, custa perceber que, estando informados, não tomem medidas de defesa e protecção.

Vizela tem clubes desportivos e culturais, biblioteca, associações para a juventude desenvolver actividades lúdicas e locais de diversão nocturna com qualidade. Muito há a fazer, é certo, mas já estivemos pior. Nota-se o empenho da sociedade para que os jovens vizelenses tenham meios saudáveis de ocupar os seus tempos livres. Todos estes meios devem ser aproveitados pelos jovens que, apoiados numa base familiar, deverão ser educados para a capacidade de antecipação: os jovens vivem o momento, o aqui e agora e não têm esta capacidade que lhes permite agir a pensar no amanhã.

Quando assim acontecer, os jovens pensarão que beber até ficar alcoolizados e usar drogas, deixa sequelas e pode causar dependências. Preocupar-se-ão com a gravidez na adolescência e doenças sexualmente transmissíveis. Lembrar-se-ão que a velocidade pode transformar a sua vida e a dos outros.

Uma sociedade desenvolvida tecnologicamente também tem riscos e os jovens têm de saber filtrar toda a informação a que facilmente acedem.

Temos de encontrar estratégias que reforcem a alegria de viver. A prevenção tem de passar por quatro áreas de intervenção: a comunidade, a saúde, a escola e a politica social.

Mas os problemas de Vizela não passam só pela prevenção. É necessário agir em casos identificados. Em Vizela, no vale do Ave e em todo o país vive-se um clima de insegurança. É preciso restringir o acesso a armas de fogo e a tóxicos, criar centros SOS, formar técnicos de saúde que estejam despertos para os sinais de risco, promover o desporto como forma de socialização e divertimento e promover politicas sociais que lutem contra o desemprego e a exclusão social.

É uma questão de esforço colectivo.


Ivone Guimarães

COMUNICAÇÃO


Comunicação é um campo de conhecimento académico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objectos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui temas técnicos (por exemplo, a telecomunicação), biológicos (por exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (por exemplo, jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e meios de comunicação de massa).
A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face-a-face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação mediada.
O estudo da Comunicação é amplo e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica, o acto de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor. Hoje, é interessante pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.


Fonte: Wikipédia

OBESIDADE

A obesidade e os distúrbios alimentares atingem um número cada vez maior de crianças e jovens portugueses. Cerca de 30 por cento das crianças entre os sete e os onze anos têm excesso de peso.



A alimentação desequilibrada e a falta de exercício físico são as principais causas apontadas para esta situação, que começa a atingir níveis preocupantes.
A alimentação, particularmente na infância e adolescência, tem uma influência determinante no desenvolvimento emocional, intelectual e social.
A responsabilidade nesta educação alimentar passa não só pelos pais e familiares mas também pela escola, que deve funcionar como um todo, coincidindo o que é ensinado na sala de aula e a sua aplicação no bar e cantina.
A par dos pais, a escola é vista como o principal veículo de formação parauma alimentação equilibrada e saudável.



A família, assim como a escola, é referência de valores para a criança e, assim, deve dar-lhe o exemplo do que deve ser uma alimentação adequada.
No ambiente escolar, onde a criança permanece grande parte do seu dia, a alimentação deve suprir as suas necessidades nutricionais durante o período em que lá permanece e facilitar a adoção de práticas alimentares saudáveis.
As escolas são então um forte meio de comunicação para as crianças, desde uma idade muito precoce. Sabendo que é na escola que elas passam grande parte dos seus dias, é também na escola que as crianças fazem parte do seu dia alimentar. Como tal, a escola deve ser uma promotora de escolhas alimentares saudáveis, não só no almoço como também nos lanches da manhã e da tarde.



A escola tem um papel muito importante na oferta disponibilizada nos bufetes. Que medidas a tomar para inverter as origens deste problema?
Falámos também com alunos e professores para determinar até que ponto uns e outros se preocupam de facto com a necessidade de promover uma alimentação saúdavel e equilibrada.

Inquérito feito a 84 alunos - Resultados obtidos

As inquirições realizadas numa comunidade escolar de 84 alunos, com idades entre os 6 e 10 anos, quando questionados sobre alimentação feita em casa e na cantina da escola permitiu-me concluir:
· O que comem em casa, normalmente ao jantar, é à base de fritos de peixe (sardinha, carapau, verdinho...) e carne (porco) mas consumiam também massas alimentares (esparguete) e arroz.
· Os legumes raramente fazem parte do seu jantar, seja em sopas, seja em saladas.
· Os lanches constituem motivo de preocupação por parte dos professores e auxiliares que se empenham em consciencializar os alunos e encarregados de educação da necessidade de alterar os lanches que enviam para a escola, pois é comum encontrar os alunos a comer batatas fritas de pacote, bolos com creme e os chamados bolicaos.
Neste sentido, os alunos estão a ser orientados para cuidarem dos seus lanches substituindo os bolos de creme e as batatas fritas por:
· Iogurtes;
· Fruta;
· Pão com manteiga, fiambre ou queijo;
· Sumo natural.
· Bolachas em pouca quantidade.
A escola em questão tem como tema de área projecto “Uma escola mais saudável” e são variados os trabalhos executados no sentido de modificar hábitos alimentares errados
Nesse sentido as refeições servidas na cantina visam assegurar as necessidades nutricionais e energéticas, como também promover comportamentos alimentares saudáveis. As ementas são elaboradas visando oferecer uma alimentação variada com muitos legumes e poucas gorduras
O espaço também foi adequado de modo a permitir aos alunos permanecer num local com decoração alegre, atractiva e com higiene. Para criação deste ambiente foi pedida a intervenção dos alunos que desenharam, pintaram e recortaram os alimentos saudáveis e com eles coloriram as paredes do refeitório.
A experiência diz-nos que não é suficiente ter as melhores ementas ou as alternativas mais saudáveis para que as crianças e adolescentes os escolham e consumam.
Para haver uma efectiva mudança de atitudes e percepções há que ter em atenção que é preciso:
· Visionamento de filmes, alertando para os problemas da obesidade, sobretudo da infantil;
· Envolver alunos, pais, professores e auxiliares na definição da política alimentar da escola;
· Envolver os alunos na elaboração das ementas;
· Reconhecer os problemas ligados à obesidade;
Elaboração de panfletos a incentivar a uma alimentação equilibrada;
Conhecer e aplicar normas de higiene alimentar;
Identificar os alimentos indispensáveis a uma vida saudável;
Pedir aos pais um maior cuidado na preparação dos lanches dos mais novos;
Promover sessões sobre a alimentação, com uma enfermeira do Centro de Saúde.



Maria Pereira Silva